Saber o que você quer da vida aos 17 é cedo. Nos EUA, você tem mais tempo

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Quando se tem 17 anos é fácil formar uma família? Com 17 anos, é possível atuar em uma empresa ganhando um super salário? Aos 17 anos, já se tem maturidade suficiente para ter filhos? Provavelmente você respondeu “não” para a maioria dessas perguntas. Isso porque essas situações envolvem grandes desafios e uma boa dose de experiência por parte de quem vai encará-las. E aqui entra outra pergunta, igualmente importante: aos 17 anos, é possível escolher, com segurança, a profissão que iremos abraçar para o resto da vida? Mais uma vez a resposta gera dúvidas.

Segundo o modelo educacional brasileiro, quando o aluno conclui o Ensino Médio, por volta dos 17 anos de idade, ele já está pronto para ingressar em um curso universitário. Automaticamente, deve escolher entre Humanas, Exatas e Biológicas e, nesses nichos, outras opções ainda mais pormenorizadas.

Claro que existem alguns estudantes que, desde muito cedo, revelam uma tendência para determinada área. Mas a grande maioria deles ainda está, neste período, passando por experimentações, conhecendo suas capacidades e decidindo do que de fato gostam ou não.

Logo, essas pessoas não conseguem se ater a apenas uma possibilidade e acabam por mudar de curso depois de um ano ou um ano e meio do início do processo. Às vezes, não param por aí: há universitários que mudam três, quatro vezes de curso, buscando algum no qual possam se encontrar e desenvolver suas habilidades.

Nesse aspecto, o modelo norte-americano mostra saídas muito mais completas e que buscam entender a pluralidade do elemento educacional. Por lá, após a conclusão do high school (equivalente ao nosso Ensino Médio), é possível obter uma vaga em alguma universidade. E aqui contará pontos não apenas uma prova similar ao nosso vestibular: toda a vida acadêmica do aluno, desde seus primeiros anos da escola, será levada em conta. Então, não basta ser bom aluno para uma única avaliação; ao contrário, é preciso dedicação e esforço desde sempre. Depois de optar por determinada universidade, o aluno poderá cursar diversas disciplinas, em diversos segmentos. Ou seja: inicialmente, ele não precisa escolher entre esta ou aquela profissão, esta ou aquela área. Ele pode cursar diversas matérias, percebendo, com o passar do tempo, aquelas com as quais ele tem maior afinidade.

Finalmente, ao término do segundo ano da graduação, o estudante deverá escolher um caminho na universidade. Importante ressaltar que esse caminho só será escolhido depois de praticamente dois anos de experiências e de vivências diversas. E as possibilidades, mesmo agora, não são limitadas. Depois de definir o foco de seus estudos, o aluno deverá cursar uma série de disciplinas obrigatórias, conquistando, ao final do curso, o chamado major, equivalente a um bacharelado. Porém, durante esse período, seus estudos não precisam ficar presos apenas às matérias essenciais. O estudante pode também cursar as matérias consideradas eletivas, isto é, aquelas que também lhes parecem interessantes, mas em grau menor do que as disciplinas obrigatórias. Assim, ao final do curso, o aluno também obterá um minor, equivalente a uma graduação extra em alguma área que complemente a primeira. É possível, por exemplo, ter um major em Jornalismo e um minor em Literatura, ou um major em Economia e um minor em Sociologia.

Nesse modelo, as possibilidades de estudo são muito maiores e o aluno vai decidindo naturalmente sobre qual rumo seguir a partir de seus próprios ensaios em diversas áreas do conhecimento. Então, ele não é obrigado a seguir por uma única rota tão cedo, já que seu grau de amadurecimento para tomar essa escolha também é levado em conta.

A HTS Brazil sabe de tudo isso. Seus sócios foram, um dia, jovens que também se aventuraram nesse modelo plural de educação nos Estados Unidos. Com certeza, as chances que tiveram de absorver diversos tipos de conhecimentos os auxiliou muito em suas vidas profissionais. É por isso que, agora, a HTS Brazil quer que você tenha essa mesma chance, estudando em uma universidade norte-americana com uma bolsa para atletas. Não vão ser lapidados somente suas competências físicas ou técnicas dentro de campo. A melhor parte dessa aventura é poder expandir as fronteiras dos seus saberes, ganhando segurança e autonomia enquanto você lida com tudo o que está à sua disposição. Muito mais do que um atleta melhor, todo esse processo permitirá que você se torne um profissional melhor, um amigo melhor, um filho melhor, um ser humano melhor. Porque só quem tem oportunidades de se conhecer acaba também encontrando caminhos para crescer.

Foto: Freeimages.com/Gonzalo Silva

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