Jogar e estudar: o segredo da longevidade no futebol

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Há no futebol uma série de ideias e verdades que são próprias deste esporte. Uma delas é a máxima de que o atleta de futebol morre duas vezes: quando ele para de jogar e quando ele de fato chega ao fim da vida. Embora essa conhecida frase ainda não tenha caído em desuso, atualmente, o ex-jogador tem descoberto outras carreiras, e este fenômeno, em grande medida, pode ser entendido pela aproximação dos estudos ao meio do futebol.

Diversas universidades nos EUA e Europa, e mais recentemente também no Brasil, passaram a criar cursos voltados para o mercado de trabalho do esporte, fornecendo profissionais para as mais variadas áreas, como preparação física, técnicas de treinamento, direito, marketing e a gestão como um todo.

Este é o caminho que muitos ex-atletas seguiram no Brasil, por exemplo. Alguns deles, ainda jovens, seguem a tradicional trajetória de compor comissões técnicas. No entanto, figuras como Roger Machado (Palmeiras), Jair Ventura (Santos), Fernando Diniz (Atlético-PR), ou mesmo o atual treinador campeão brasileiro, Fábio Carille (Corinthians), assumiram seus cargos após um período de formação educacional e diversos “estágios”, seja em categorias de base ou em clubes de menor expressão nacional.

Chama atenção, contudo, a diversidade de ex-jogadores que encontraram funções administrativas nos clubes. Leonardo (ex-Milan, São Paulo e Flamengo), um dos pioneiros, passou anos na Europa estudando e se preparando para assumir a posição de gestor de futebol. No Brasil, especialmente em São Paulo, quase todos os grandes clubes contam com ex-atletas na função de gerentes ou superintendentes de futebol: Raí, Lugano e Ricardo Rocha (São Paulo), William Machado (Santos) e Alessandro (Corinthians).

Diante desse fenômeno de ocupação de espaços nos clubes por ex-atletas, uma tendência se torna explícita: o atleta que se preparar, buscar estudos e planejar seu fim de carreira terá grandes chances de não precisar abandonar o mundo do futebol. Ou seja, com os estudos, o atleta pode ressuscitar de sua primeira morte, simbólica, que costuma ser traumática a tantos jogadores.


Para as novas gerações, há um mundo de possibilidades, especialmente para os atletas de ligas universitárias. A HTS Brazil, por sua vez, nasceu neste contexto. Poucos anos atrás, nosso sócio-fundador Felipe Guimarães realizou esta transição atuando nos EUA. Felipe vivenciou o cotidiano do atleta ao mesmo tempo em que mantinha com disciplina a carreira universitária, o que lhe forneceu a expertise necessária para a criação da própria HTS.

Se você é jovem, gostaria de se tornar uma atleta de futebol, morar nos EUA e ainda obter uma formação acadêmica que te capacite com excelência para o mercado de trabalho, agende seu teste: http://htsbrazil.com.br/agende-um-teste

 

Tempo ruim em SP? Não para esses garotos! Disposição total na Seletiva HTS! #seletiva

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